Brasil, Paraguay, Chile e Bolivia


alguns países na América Latina, que não fazem parte da minha relação dos mais visitados. Só que desta vez, a minha tradicional viagem pelo que chamo de roteiro ABC (Argentina, Brasil e Chile) não aconteceu e acabei fazendo uma viagem bem diferente, que começou em São Paulo, depois Brasília, Asunción, Montevidéu, Santiago, La Paz e Bogotá.

Como sempre, uma viagem de trabalho, para encontros com autoridades do setor de TI, para conversarmos sobre o impacto da tecnologia sobre o desenvolvimento sócio econômico desses países.

image                                                                                   No Brasil, participei do Simpósio Governo Brasileiro no Futuro – Sugestões e desafios para o Estado nesta década (2012-2022), organizados pela Odisseu Educação e pela revista TIC – Brasil, Mercado e Gestão Pública.

 

No Paraguai, tive vários encontros com autoridades locais e de quebra, acabei aparecendo em reportagens em vários sites e jornais e Asunción.

Em Montevidéu, foi uma rápida passagem para tratar de assuntos internos do meu trabalho, mas aproveitei para conhecer o novo terminal do Aeroporto de Carrasco, uma obra moderna e que há muito tempo se fazia necessária para substituir o antigo terminal, construído no tempo em que Santo Dummont andava de calça curta.

IMG_0087Em Santiago, além dos compromissos profissionais que tive, aproveitei para rever amigos, mas já que me coube um fim de semana por lá, não poderia deixar de ir almoçar no Mercado Central e visitar o hoje famoso Don Augusto. Augusto, o proprietário, há quem conheço há muitos anos, recebeu-me com o carinho de sempre e com seu tradicional bom humor

De Santiago, voei para Iquique, no meio do deserto do Atacama, para de lá seguir até La Paz na Bolívia.

Chegar a La Paz é uma tortura para muitos viajantes despreparados. Localizada em média a 3.600m sobre o nível do mar, o menor esforço se transforma em uma tortura pela falta de ar e os sintomas de dor de cabeça e náusea fazem parte da comissão de recepção de quem se aventura bruscamente pelo altiplano boliviano. Por sorte, meu organismo se adapta bem a altitude e não cheguei a sentir os sintomas típicos do “soroche” ou mal da montanha, o que para mim seria fantástico em função dos planos que tinha em mente.

imageEm La Paz, fui recebido pela direção da “Autoridad de Telecomunicaciones y Transportes” além de participar de várias reuniões com organismos governamentais. Fiz também uma pequena palestra para alguns dos diretores de TI do Governo Boliviano, sobre os temas dos quais costumo falar.

E de La Paz, voei para Bogotá, que apesar de estar a 2.600m sobre o nível do mar, depois de ter passado cinco dias no altiplano boliviano, cheguei me sentindo como um garoto de quinze anos ao nível do mar.

No total, foram quase vinte dias de viagem, visitando seis capitais da América Latina,

Em La Paz, no entanto, haveria um fim de semana especial esperando por mim, uma aventura extraordinária, e que vou contar no meu próximo post aqui no Blog.

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